Hino da Padroeira

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domingo, 12 de novembro de 2017

Confira as imagens da peregrinação da imagem da Padroeira em preparação para a Festa 2017

Ráurison Ribeiro, o filho do Altíssimo
Da RCC


A Festa da Padroeira de nossa paróquia é marcada por três momentos centrais: a peregrinação e o novenário que são preparativos e a celebração da Solenidade da Imaculada Conceição de Maria no dia 8 junto com a Igreja do mundo inteiro que celebra este dogma mariano.


O envio das imagens peregrinas da Padroeira aconteceu no dia 5 de novembro na Santa Missa das 17h30 na Igreja Matriz, bairro Morada Nova. Desde então todas as comunidades de nossa paróquia estão em peregrinação. 




quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Arcebispo de Teresina encerrará a Festa da Padroeira 2017

Ráurison Ribeiro, o filho do Altíssimo
da RCC



As comemorações dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida movimentaram a vida da Igreja no Brasil. Nas mais diversas dioceses de nosso país as paróquias e seus fieis vivenciaram o Ano Nacional Mariano. Somaram-se a isto as celebrações do centenário das aparições da Virgem na cidade portuguesa de Fátima.


Diante de tantas graças diremos unidos à Mãe de Deus: “O Poderoso fez em mim maravilhas, santo é seu nome!” (cf. Lc 1,49). Este é o tema da Festa da Padroeira em 2017. Com Ela, louvaremos a Deus pelas alegrias deste ano abençoado. 


De 6 a 28 de novembro as imagens peregrinas da Imaculada visitarão as famílias dos paroquianos. Do dia seguinte (29) até 8 de dezembro acontecerá o novenário preparativo e a Solenidade da Imaculada Conceição de Maria na Igreja Matriz do Morada Nova, zona Sul da Capital. 


A Solenidade (dia 8, à noite) será presidida pelo arcebispo metropolitano de Teresina. Antes da Santa Missa presidida por dom Jacinto Brito ocorrerá a tradicional procissão pelas ruas dos bairros que compõem a Paróquia. 


Mais informações com Bruno Jacob, responsável pela Equipe de Divulgação da Festa da Padroeira 2017, pelo telefone e Whatsapp (86) 995-021-632 e ainda pela página www.facebook.com/ImaculadaMoradaNova.


segunda-feira, 27 de março de 2017

Conheça os membros do CPP de nossa paróquia

Ráurison Ribeiro, o filho do Altíssimo
Da RCC


O Conselho Paroquial Pastoral – CPP – É autorizado pelo arcebispo metropolitano de Teresina com base nas instruções orientadas pelo Código de Direito Canônico (Cân536. §1). A escolha dos membros e a renovação são pelo modo indicado no mesmo Código e podem integrar todos aqueles que têm o cuidado pastoral paroquia mais os padres da paróquia.


A competência são os assuntos de pastoral e a finalidade é o cuidado com o planejamento, a execução e a avaliação das resoluções e compromissos assumidos na Assembleia Paroquial, o acompanhamento e o zelo pela vida paroquial e pela unidade na caminhada pastoral da paróquia. É um órgão tanto de reflexão e planejamento como de ação. É um instrumento de comunhão e participação.


Conheça os membros de nosso CPP. (Faltam alguns coordenadores e/ou responsáveis)

  • Presidente: Pároco (Pe. Edison Coelho, NJ)
  • Coordenador: Paulo Sérgio Araújo (da Comunidade São Francisco das Chagas)
  • Vice-coordenadora: Noeme Araújo (da Comunidade São Francisco das Chagas)
  • Secretária: Ivamara Holanda (da Comunidade Matriz)
  • Coordenador da Comunidade Matriz: Ráurison Ribeiro, o filho do Altíssimo (ministro da Palavra e Leitor)
  • Coordenadora da Comunidade Nossa Senhora do Carmo: Gildinar Golveia (ministra da palavra e Leitora)
  • Coordenador da Comunidade Nossa Senhora Maria Auxiliadora: Vagner Carvalho (catequista)
  • Coordenadora da Comunidade Santa Rita de Cássia: Maria Dalva (da Pastoral Litúrgica)
  • Coordenador da Comunidade Santo Expedito: José Martins (da Pastoral Litúrgica)
  • Coordenadora da Comunidade São Francisco das Chagas: Helena Amaral (ministra extraordinária da Comunhão Eucarística)
  • Membros natos: Pe. Fabrício Damasceno, NJ e Pe. Paulo Henrique, NJ (vigários paroquiais) e Ir. Danilo Silva, NJ (religioso consagrado)
  • Coordenadora paroquial da Pastoral da Catequese: Ana Almeida (da Comunidade São Francisco das Chagas)
  • Coordenadora paroquial da Pastoral Litúrgica: Jussara Lira (da Comunidade Matriz)
  • Coordenadora paroquial do Apostolado da Oração: Rosineide Madeira (da Comunidade Matriz)
  • Representantes do Grupo de Serviço do Encontro de Jovens com Cristo (EJC): Marília Meyrely (da Comunidade Matriz) e Wilson Jr. (da Comunidade São Francisco das Chagas)


terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Inscrições para novos coroinhas começam amanhã

Ráurison Ribeiro, o filho do Altíssimo
Da RCC



Começam amanhã (1º) e vão até o dia 28 de fevereiro as inscrições para novos coroinhas de nossa Paróquia. Os interessados devem procurar a Secretaria Paroquial na Igreja Matriz (bairro Morada Nova) ou ainda as secretarias ou os coordenadores dos coroinhas das Comunidades.


Os candidatos devem já ter recebido a Primeira Eucaristia e terem menos de 18 anos de idade. As inscrições são gratuitas.


O serviço

Os coroinhas integram a Liturgia de uma comunidade paroquial e doam um tempo da sua vida em testemunhar Jesus Cristo e viver em intimidade com Ele no serviço ao altar, nas celebrações eucarísticas. Devem dar testemunho da sua missão também na família, na escola, na Catequese e assim por diante. Prestam tarefas desde a correta preparação do altar, ao correto manuseamento do missal romano e todas os demais afazeres que ‘aparecem ocasionalmente’ devido o tempo Litúrgico que se vive.


Mais informações sobre as inscrições e sobre os coroinhas podem ser obtidas com Adriana Ferreira, responsável paroquial pelos mesmos, pelo telefone e Whatsapp (86) 99932-2909.


quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Comunidade Matriz abre inscrições para preparação de salmistas

Ráurison Ribeiro, o filho do Altíssimo
Da RCC


Imagem de Internet
A Comunidade Matriz de nossa Paróquia está com inscrições gratuitas abertas para preparação e formação de salmistas.


Podem se inscrever paroquianos de qualquer comunidade da Paróquia que sejam ou não dos grupos de canto ou da Pastoral Litúrgica como um todo. A atuação será nas celebrações da Igreja Matriz que fica no bairro Morada Nova.


Até o dia 29 de janeiro interessados podem procurar a Secretaria Paroquial do Morada Nova para se inscrever. Pessoas que tocam instrumentos musicais também podem participar.


Mais informações podem ser colhidas com Kely Taveira que está responsável pelas inscrições, pelo Whatsapp (86) 8851-4748 e ainda pelo telefone da referida Secretaria Paroquial: (86) 3227-1118.



quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

#MuraldaPascom: Calendário paroquial – Dezembro 2016

Ráurison Ribeiro, o filho do Altíssimo
Da RCC


De 29/11 a 7/12: Novenário em preparação para a Festa da Padroeira (Matriz)
--18h: Terço Mariano 
--18h30: Oficio da Imaculada Conceição cantado 
--19h: e Santa Missa  seguida de parte social

Dias 2 e 3: Encerramento dos encontros da Catequese em toda a Paróquia

Dia 8: Solenidade da Imaculada Conceição (Matriz) - Festa da Padroeira Paroquial  e abertura oficial do Ano Mariano na Paróquia
--8h: Santa Missa solene presidida pelo arcebispo metropolitano de Teresina
--17h: Concentração para a procissão
--19h: Santa Missa solene (na praça)

Dia 11:
--8h: Assembleia Paroquial (Unidade Escolar Gov. Alberto Silva)
--10h: Santa Missa para as crianças (Matriz) 
--19h: Grupão do Encontro de Jovens com Cristo – EJC – Entrega de Pastas (Matriz)

Dia 14: Grupão do Encontro de Casais com Cristo – ECC – Entrega de Pastas (Matriz às 20h)

Dia 17: Confraternização Paroquial (Jantar às 20h no Salão Paroquial da Matriz)

Dia 24: Santa Missa da noite de Natal
--Matriz: 19h30
--Capelas Nossa Senhora do Carmo (Vila Concórdia) e São Francisco das Chagas (Lourival Parente): 18h
--Capela Nossa Senhora Maria Auxiliadora (Parque Rodoviário): 19h30

Dia 25: Santa Missa do dia de Natal
--Matriz: 17h30
--Capela São Francisco das Chagas (Lourival Parente): 9h e 19h

Dia 30: Solenidade da Sagrada Família
--Matriz: 19h
--Capela São Francisco das Chagas (Lourival Parente): 19h

Dia 31: Véspera do ano novo
--Matriz: 19h30
--Capela Nossa Senhora do Carmo (Vila Concórdia): 18h
--Capela São Francisco das Chagas (Lourival Parente): 19h


Intenções de oração do Papa Francisco para o mês de dezembro

Universal: O fim dos meninos-soldados
Para que seja eliminada em todo o mundo a praga dos meninos-soldados.


Pela evangelização: Redescobrir o Evangelho na Europa
Para que os povos europeus redescubram a beleza, a bondade e a verdade do Evangelho, que dá alegria e esperança à vida.


terça-feira, 1 de novembro de 2016

#MuraldaPascom: Calendário paroquial – Novembro 2016

Ráurison Ribeiro, o filho do Altíssimo
Da RCC


Dia 1º: Envio das imagens peregrinas da Padroeira Paroquial para as Comunidades em preparação para a Festa da Padroeira (Durante a Santa Missa da Divina Misericórdia às 19h na Matriz)

De 3 a 26: Peregrinação das imagens peregrinas nas Comunidades em preparação para a Festa da Padroeira (Diariamente com visitas e santas Missas na Comunidade Matriz e nos fins de semana nas demais Comunidades)

Dias 06 a 11: Retiro espiritual para os que se preparam para o sacramento do Crisma

Dia 13: 
--Santa Missa para as crianças (Matriz às 10h)
--Formação para coordenadores dos coroinhas e mestres de cerimônia (Capela do Parque Rodoviário às 16h30) 

Dia 26: Grupão do Encontro de Jovens com Cristo
 EJC (Matriz às 18h)

De 29/11 a 7/12: Novenário em preparação para a Festa da Padroeira (Matriz)
--18h: Terço Mariano
--18h30: Oficio da Imaculada Conceição cantado
--19h: e Santa Missa seguida de parte social


Intenções de oração do Papa Francisco para o mês de novembro

Universal: Países que acolhem refugiados
Para que os países que acolhem um grande número de deslocados e refugiados sejam apoiados no seu empenho de solidariedade.


Pela Evangelização: Colaboração entre sacerdotes e leigos
Para que, nas paróquias, os sacerdotes e os leigos colaborem no serviço à comunidade sem ceder à tentação do desânimo.


terça-feira, 4 de outubro de 2016

#MuraldaPascom: Calendário paroquial – Outubro 2016

Ráurison Ribeiro, o filho do Altíssimo
Da RCC



Dia 4: Festa de São Francisco das Chagas (Capela São Francisco das Chagas, Lourival Parente às 17h)

Dia 6: Início do Seminário de Vida no Espírito Santo da RCC (Capela Nossa Senhora Maria Auxiliadora, Parque Rodoviário às 19h)

Dia 8: Santa Missa pela semana da criança na Comunidade Matriz (Matriz, 10h)

Dia 12: Décima Festa da Mãe de Deus
-Programação da Arquidiocese iniciando às 6h
-Santas Missas na Paróquia: 
--17h30 na Igreja Matriz 
--19h nas Capelas Nossa Senhora Maria Auxiliadora (Parque Rodoviário) e São Francisco das Chagas (Lourival Parente)

Dias 15 e 16: Comemoração do dia das crianças da catequese nas Comunidades

Dia 22:
--Oficina Litúrgica Paroquial (Local a definir)
--Grupão do Encontro de Casais com Cristo – ECC (Capela São Francisco das Chagas, bairro Lourival Parente às 19h30)

Dia 23: Missões com as famílias da Comunidade Nossa Senhora Maria Auxiliadora (bairro Parque Rodoviário)

De 23 a 30: Semana Missionária Paroquial de Animação da Partilha/Dízimo

Dia 29:
--Terceiro encontro para formação do Serviço de Leitores da Comunidade Matriz (Salão Paroquial da Matriz às 16h)
--Encontrão dos Dizimistas (Matriz às 19h)

Dias 29 e 30: Peregrinação de todos os Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística (Meces) das Foranias Centro, Leste, Norte 1 e 2, Sul 1 e 2 e Rural 1, 2 e 3 ao Santuário de Santa Cruz dos Milagres.

Dia 30: Formação para coordenadores dos coroinhas e mestres de cerimônia (Capela São Francisco das Chagas, Lourival Parente às 16h30) 

Dia 31: Festa dos Santos em comemoração ao mês das crianças no Grupo de Oração Sarça Ardente da RCC (Capela São Francisco das Chagas, bairro Lourival Parente, 19h)


Intenções de oração do Papa Francisco para o mês de outubro

Universal: Jornalistas
Para que os jornalistas, no desempenho da sua profissão, sejam sempre animados pelo respeito pela verdade e por um forte sentido ético.


Pela evangelização: Jornada Missionária Mundial
Para que a Jornada Missionária Mundial renove em todas as comunidades cristãs a alegria e a responsabilidade de anunciar o Evangelho.


terça-feira, 2 de agosto de 2016

#MuraldaPascom: Calendário paroquial – Agosto 2016

Ráurison Ribeiro, o filho do Altíssimo
Da RCC



Todas as terças-feiras às 19h na Matriz: Santa Missa da Divina Misericórdia

Dia 06: Pós-encontro do XIX Encontro de Casais com Cristo  ECC (Matriz, 19h30)

Dias 06 e 07: Retorno dos encontros da Catequese (Em toda a Paróquia)

Dia 07: Terço Comunitário na praça do Parque Rodoviário (Comunidade Nossa Senhora Maria Auxiliadora, 18h)

Dias 07 a 14: Semana de Animação Litúrgica Paroquial (Matriz).

Dias 13 a 20: Semana Nacional da Família (programação da Arquidiocese) 

Dia 13: Grupão do Encontro de Casais com Cristo – ECC (Matriz, 19h30)

Dia 20: 
--Grupão do Encontro de Jovens com Cristo – EJC (Matriz, 18h)
--Santa Missa de admissão e renovação das promessas dos coroinhas (Capela São Francisco das Chagas, 18h)

Dia 27: Adoração ao Santíssimo Sacramento promovida pela Juventude Franciscana (Jufra) aberta à comunidade (Matriz às 19h)

Dia 28: Dia do Catequista – Espiritualidade para os Catequistas (Matriz, após Missa das 7h30)


Intenções de oração do Papa Francisco para o mês de agosto

Universal: Fraternidade no desporto
Para que o desporto seja uma oportunidade de encontro fraterno entre os povos e contribua para a causa da paz no mundo.

Pela evangelização: Viver o Evangelho
Para que os cristãos vivam o seguimento do Evangelho dando testemunho de fé, de honestidade e de amor pelo próximo.




quinta-feira, 30 de julho de 2015

IX Semana Litúrgica



IX SEMANA DE ANIMAÇÃO LITÚRGICA
DE 02 A 09 DE AGOSTO DE 2015


PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA IMACULADA CONCEIÇÃO
ARQUIDIOCESE DE TERESINA
TERESINA PIAUÍ

CONVITE


        Caros (as) e irmãos (as), que a paz do Cristo ressuscitado estaja com todos vocês!
        Baseados na Constituição Sacrossanto Concilium que nos apresenta a importância da Sagrada Liturgia e sobretudo do Divino Sacrifício da Eucaristia em que vivenciamos o que Deus fez por nós “a obra de nossa Redenção” é que informamos a todos a realização da IX Semana de Animação Litúrgica da nossa Paróquia. Esse período quer ser para nós um tempo forte de animação e entusiasmo da vida litúrgica na Paróquia e em  nossas Comunidades, por isso, convidamos a todos (as) a participarem ativamente conosco destes dias.

Fraternalmente, a Coordenação


PROGRAMAÇÃO



v  DOMINGO DIA: 02/08 - Abertura da Semana Litúrgica.

v  SEGUNDA-FEIRA: DIA 03/08 - Celebração Vocacional.

·      Formação:  Os diversos ministérios litúrgicos.
·      Presidente: Padre Aroldo
     ·     Responsáveis: Ministros da Palavra, Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão           Eucaristia, Comunidade Santa Rita.

v  TERÇA-FEIRA: DIA 04/08 - Celebração Missionária.

·        Formação: A espiritualidade da litúrgica.
·       Presidente: Padre Edison.
·       Responsáveis: Pastoral do Dízimo, Terço dos Homens, Legião de Maria, Mãe Rainha e Comunidade Santo Expedito.


v  QUARTA-FEIRA: DIA 05/08 - Celebração do Louvor.

·      Formação: A importância do canto na liturgia.
·      Presidente: Padre Aroldo.
·     Responsáveis: RCC e Comunidade São Francisco das Chagas.

v QUINTA-FEIRA: DIA 06/08 - Celebração em Serviço.

·          Formação: Juventude em Serviço.
·          Presidente: Padre Aroldo.
·         Responsáveis: Filhos de Francisco, EJC, JUFRA, Acólitos, Comunidade São Francisco           de Assis.

v SEXTA-FEIRA: DIA 07/08 - Celebração da Reconciliação.

·          Formação: Reconciliação (enfermos e idosos)
·          Presidente: Padre Edison.
·          Responsáveis: Apostolado da Oração e Comunidade N. Srª do Carmo.

v SÁBADO: DIA 08/08 - Celebração do Nascituro (Vida)

·         Presidente: Padre Edison.
·        Responsáveis: Pastoral da Família, Catequese de Crianças, Pastoral do Batismo, ECC      e Comunidade Nossa Senhora Maria Auxiliadora.

v DOMINGO: DIA 09/08 - Encerramento às 7h30 com a Santa Missa e em seguida café
  da manhã partilhado.

NOTE BEM: Abertura dia 02/08 nas missas das 7h30 e das 17h30. Todos os dias, exceto dias 02 e 09/08, reza do terço às   18h30 e santa missa às 19h. Dia 09/08 conclusão com a missa das 7h30, em seguida café da manhã partilhado (trago algo para partilhar).



quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Senhor, tende piedade de nós!

Frei Joaquim Fonseca, OFM

O “Senhor tende piedade de nós” ou Kyrie eleison pertence ao bloco de cantos que constituem o próprio rito da celebração eucarística, ou seja, o que costumamos chamar de “ordinário da missa”.

A Instrução Geral sobre o Missal Romano nos lembra que o Kyrie, eleison, é uma aclamação e invocação da misericórdia do Senhor[1], o Kyrios. Embora consciente da dificuldade de se precisar a origem da invocação “Senhor, tende piedade de nós” e sua inclusão no rito da missa, testemunhos antigos nos revelam que os Kyrie estavam relacionados com a resposta da oração dos fiéis, na liturgia da Palavra da missa e na Liturgia das Horas. A cada invocação o povo respondia com o Kyrie, eleison. Mais tarde, este canto foi incluído nos ritos iniciais da missa após o ato penitencial ou como uma variante deste[2]. Vale lembrar que o Kyrie, eleison não deve ser confundido com o ato penitencial. O Kyrie, eleison constitui outro rito, com autonomia própria.

A mesma Instrução Geral nos recomenda que este canto seja executado por toda a assembleia. Esta orientação certamente vem corrigir os desvios históricos onde o Kyrie, eleison se transformou em uma peça musical para ser executada por musicistas especializados de coros e orquestras. Quanto à assembleia, esta praticamente se limitava à escuta. O mesmo aconteceu com o “Glória”. Mas desse último falaremos mais adiante.

O Kyrie é, portanto, uma aclamação suplicante a Cristo-Senhor e não uma forma de invocação trinitária como foi equivocamente interpretada por muito tempo. É o canto da assembleia reunida que invoca e reconhece a infinita misericórdia do Senhor. Aliás, Kyrios foi o nome mais comum dado a Cristo ressuscitado pelos primeiros cristãos.

Quanto à execução, via de regra, todo e qualquer canto que pressupõe um solista, o acompanhamento instrumental deverá ser sóbrio e discreto ou seja: o suficiente para que toda a assembleia possa escutar as palavras do texto. Quando a assembleia intervier, os instrumentos poderão tocar com um pouco mais de vigor.


[1] Cf. IGMR 52.
[2] No atual Missal Romano, a fórmula 3 do ato penitencial apresenta algumas invocações que são concluídas com o “Senhor, tende piedade de nós”. Quando se usa esta fórmula ou outra similar durante o ato penitencial, a IGMR recomenda que sejam supressas as invocações do “Senhor, tende piedade” que vêm logo a seguir.



sábado, 17 de janeiro de 2015

O canto de abertura da missa para “acolher o celebrante”?

Frei José Ariovaldo da Silva, OFM


A missa está para começar. A hora chegou. O sino tocou. Todos se acomodaram no recinto sagrado. Tudo arrumado. Instrumentos musicais afinados. Concentração geral. O presidente da celebração, ladeado pelos demais ministros e ministras (diácono, acólitos, leitores, ministros da comunhão eucarística, portador da cruz processional, portadores de velas etc.), à porta principal da igreja, prontos para a procissão de entrada. De repente, ouve se
o convite do(a) comentarista: “Irmãos e irmãs, vamos acolher com alegria o nosso celebrante [às vezes até se diz o nome dele] e os ministros com o canto de entrada”.

Ouvindo certa vez este convite, pensei em pesquisar sobre a finalidade do canto de abertura da celebração. E isso com base numa dúvida que me surgiu na cabeça: Será que a finalidade do canto de entrada é mesmo a de acolher o celebrante e seus ministros?

Olhando a Instrução Geral sobre o Missal Romano, fui descobrir que esse canto faz parte dos ritos iniciais da celebração. E qual é a finalidade destes ritos? É “fazer com que os fiéis, reunindo-se em assembleia, constituam uma comunhão e se disponham para ouvir atentamente a palavra de Deus e celebrar dignamente a Eucaristia” (n. 46). Em seguida se diz:
“Reunido o povo, enquanto o sacerdote entra com o diácono e os ministros começam o canto de entrada. A finalidade desse canto é abrir a celebração, promover a união da assembleia, introduzir no mistério do tempo litúrgico ou da festa, e acompanhar a procissão do sacerdote e dos ministros (grifo meu)” (n. 47).

Reparem bem a finalidade do canto de abertura: abrir a celebração, promover a união da assembleia, introduzir no mistério do tempo litúrgico ou da festa, acompanhar a procissão do sacerdote e dos ministros. Isso por quê? Porque esse canto faz parte dos ritos iniciais. Assim sendo, ele visa contribuir (também) para que “os fiéis, reunindo-se em assembleia, constituam uma comunhão e se disponham para ouvir atentamente a palavra de Deus e celebrar dignamente a Eucaristia”.

E vejam como nosso irmão músico e teólogo liturgista Frei Joaquim Fonseca explicita em outras palavras o que vimos há pouco. Escreve ele: O canto de abertura “tem como principal finalidade constituir e congregar a assembléia, introduzindo-a no mistério que será celebrado. Se este canto estiver devidamente integrado ao momento ritual (dos ritos iniciais), em consonância com o tempo do ano litúrgico, com o tipo de celebração, com as características da assembleia..., ele cumprirá sua função de reunir os irmãos e irmãos no mesmo sentir.

A assembléia assim reunida é sinal sacramental da Igreja, corpo místico de Cristo, e estará preparada para escutar a palavra e para participar da mesa eucarística” (Cantando a missa e o ofício divino, São Paulo, Paulus, p. 15). Em outras palavras, poderíamos então dizer: O canto de abertura visa no fundo levar nos a fazer a experiência de sermos um Povo convocado e reunido pelo próprio Deus em sua casa e, aí, sentirmo-nos de fato assembleia do Senhor, povo sacerdotal, corpo de Cristo... Que coisa linda e maravilhosa!


E aí eu chego à conclusão: Dizer que o canto de abertura tem como função simplesmente “acolher” o celebrante (o sacerdote) e seus ministros, é muito pouco. Pouco demais. E até empobrece o seu verdadeiro sentido. Esse canto não existe para “acolher” sacerdote e seus ministros mas, no fundo, para nos levar a sentir que todos (inclusive o sacerdote e os ministros) somos acolhidos: Acolhidos por Deus!... Leva-nos a nos sentir congregados por Deus como seu Povo e unidos pelo Espírito como corpo de Cristo para a escuta atenta da Palavra e a celebração digna da Eucaristia. É toda a assembléia que deve sentir-se acolhida e unida, no embalo do canto de abertura que acompanha a ação ritual da procissão de entrada.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

O Tempo Comum

Josiano Soares
Secretário paroquial



O tempo comum começa no dia seguinte à festa do Batismo do Senhor e vai até a terça-feira de carnaval, inclusive. Interrompido pelo ciclo pascal. Recomeça na segunda-feira depois de pentecostes e termina no sábado anterior ao 1º domingo do advento.


Sentido

O domingo é a páscoa de cada semana, dia da reunião da comunidade para escutar a Palavra e fazer a Ceia em memória da morte e ressurreição de Jesus. Os primeiros domingos do tempo comum são marcados por um clima de manifestação do Senhor, da sua missão no mundo e do chamado dos discípulos. A atitude destes domingos é sugerida pela voz do Espírito que desceu sobre Jesus nas águas do Jordão: “Tu és meu Filho amado, o meu predileto”! Contemplamos Jesus como o iniciador do reino. Além do domingo, como festa semanal, celebram-se nesta primeira parte as festas da Apresentação do Senhor e a festa da Conversão do apóstolo Paulo.


Símbolos

O gesto simbólico que caracteriza o domingo como dia memorial da páscoa é sempre a reunião da comunidade em torno das Mesas da Palavra e da Eucaristia. O evangelho de cada celebração às vezes inspira um símbolo ou gesto simbólico que marca um determinado domingo. Para ressaltar a dimensão pascal do domingo, está previsto oração e aspersão da água (no lugar do ato penitencial). Há ainda as músicas que expressam o sentido de cada domingo.


O Tempo Comum ocupa a maior parte do ano litúrgico. O fato de ser denominado “Tempo Comum” não significa que seja menos importante. Antes mesmo de se organizarem as festas anuais (Natal e Páscoa), com seus tempos de preparação e prolongamento, o Tempo Comum foi à primeira realidade na vivência do Mistério Pascal.


Na experiência das primeiras comunidades existia apenas a sucessão de domingos e semanas, ao longo do ano, tendo o domingo como dia maior, que congregava os irmãos e irmãs em torno da Palavra da Eucaristia. Quando, mais tarde, foram organizados o ciclo da Páscoa e o do Natal, foi para celebrar com mais intensidade, num tempo determinado, o que já fazia parte do cotidiano das comunidades.


O Tempo Comum nos reconcilia com o normal e nos ajuda a descobrir o dia-a-dia como tempo de salvação, segundo a promessa do ressuscitado: ”Estarei com vocês todos os dias”. O Senhor se revela a nós nos acontecimentos do dia-a-dia, em nossas vivências e cansaços, na convivência, no trabalho... No interior de cada dia, damos prova de nossa fidelidade. É o esforço de buscar, no cotidiano da vida, o mistério do Senhor acontecendo entre experiências de morte e ressurreição.


No Tempo Comum, celebramos, portanto, o mistério de Cristo em sua totalidade (Encarnação, Vida, Morte, Ressurreição e Ascensão) e não um ou outro aspecto do mistério. É o que o distingue dos demais tempos. A tônica recai sobre o evangelho de cada domingo. Aí temos a espiritualidade a ser vivida durante a semana. A vida cotidiana é lida à luz do mistério do Senhor. Nesse longo período do ano litúrgico, devemos prestar especial atenção ao lecionário, tanto dominical como semanal.


É a tarefa cotidiana de trazer a Páscoa para nossa vida. A partir da vida do Senhor, aprendemos dele o que significa e implica ser discípulo. Em companhia dos discípulos que deixaram tudo para seguir o Mestre, junto com todo o povo de Deus, esse povo que coloca em Jesus suas esperanças, acompanhamos o Mestre na sua caminhada missionária. Em cada um dos acontecimentos que ocorrem no caminho, Deus vai revelando o mistério de Jesus e nós vamos sendo convidados a aderir mais profundamente e com mais amor, a Sua pessoa e a Sua causa.


Nos acontecimentos cotidianos da vida e da caminhada de Jesus, vamos percebendo o mistério maior que está presente também em nossa vida, tanto nos acontecimentos extraordinários como também naqueles que nos parecem banais e rotineiros. Em todos eles, é Deus que está presente, é Deus que nos chama, nos fala, nos toca, nos convida ao seguimento de Jesus, nos envia como testemunhas das realidades em que vivemos Cada domingo é, assim. Uma visita de Deus para nos renovar, para libertar o seu povo, para nos unir mais a Ele e entre nós. Como sempre, Ele tudo pode, mas preferiu contar com a nossa participação.