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Hino da Padroeira
sexta-feira, 30 de outubro de 2020
As camisetas da Festa da Padroeira 2020 serão feitas sob encomenda
quarta-feira, 2 de setembro de 2020
Você realmente tem fé? A experiência de João
Artigo originalmente publicado na Revista Sal e Luz, da Paróquia São João Evangelista e São João Batista, do bairro Parque Piauí, nesta Capital.
Paulo Victor Moreira é advogado e nosso coordenador paroquial da Pastoral da Catequese.
João, cristão autêntico, assíduo frequentador das missas, grupos de jovens, e agente de pastoral, deixou de alcançar um grande sonho, mesmo com intensas orações. O jovem sonhava em ir para fora do Brasil, contudo, com o mundo de ponta cabeça, resolveu deixar de acreditar naquilo que sempre o instigou a ir além – sua fé em Deus.
Eis, nesse exemplo, a grande chave para manutenção da fé. Em outras palavras, para que eu promova a minha fé em algo ou alguma coisa, o primeiro grande desafio é aceitar o não palpável, digo, o não visto a “olho nu” - é que tudo se torna mais difícil quando não tocamos. O segundo grande desafio é a aceitação, digo, quando não conquistamos algo que tanto buscamos, mesmo em constante oração, deixamos, em consequência abrupta, de crer. É, neste sentido, quando nossa fé é testada.
Ora, como pode João, cristão, assíduo frequentador das santas missas, afinco em suas orações diárias, coordenador paroquial de catequese, deixar de acreditar em algo que tanto o conduziu a pastos verdejantes, a sensações humanamente inexplicáveis, ao amor dado dia após dia e a todos os sonhos já conquistados, só por ter um pedido realizado de forma diferente daquela que pediu? A resposta está em outra pergunta: você realmente tem fé?
Para tanto, é nos dada a oportunidade de estar em contato direto, no caso de João, com seu Criador. Com aquele que ele tanto se emocionou nas adorações dominicais, com a comunhão da santa missa, com o encontro de jovens que tratou sobre temas relevantes e quando dentro da sua pastoral conseguiu evangelizar.
Quando fazemos a reflexão de tudo aquilo que já vivemos com nosso Senhor, relembramos o quão é gratificante estar em contato com nossa fé, que pareceu estar morna, apagada, quase que se esvaindo. É hora, meus irmãos, de dentro da nossa pequenez, olhar para dentro de si e responder que Cristo habita em nós – seja em um sorriso da sua mãe, em um gesto de ajuda com o irmão do sinal, em um abraço fraterno entre as pessoas ou em um simples convite de rezar mais um terço juntos.
Devemos, dia após dia, reconhecer o quanto somos pequenos e frágeis, só assim Deus nos mostrará sempre que nossa fé é testada e que Ele nunca deixou de nos acolher e olhar por nós, ainda que não reconheçamos isto.
Portanto, a grande chave na experiência de João foi fazer a reflexão dia após dia sobre: onde está minha fé? Se a resposta demorar a aparecer ou estiver em algo que foge da esfera espiritual ou do próprio Cristo Salvador, é hora de reavaliarmos e, em meio a tanta dúvida, rezar mais um terço, participar de mais uma comunhão, fazer mais uma leitura de um livro de cabeceira sobre espiritualidade, afinal, Jesus sempre te espera.
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sexta-feira, 23 de setembro de 2016
“Ano Mariano é para celebrar, comemorar e reaprender com Nossa Senhora”, afirma dom Sergio
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
Bispos do Piauí laçam nota sobre as eleições 2016
sábado, 13 de fevereiro de 2016
Papa Francisco e patriarca russo assinam declaração comum em encontro histórico
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Solenidade da Imaculada Conceição será celebrada na Matriz do Morada Nova
domingo, 10 de maio de 2015
Regional Nordeste 4 lança Romaria da Terra e da Água
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Dom Sérgio da Rocha é eleito novo presidente da CNBB. Dom Jacinto assumirá Regional
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| Dom Sérgio da Rocha |
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| Dom Sérgio, dom Murilo e dom Leonardo / Divulgação CNBB |
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| Dom Jacinto e dom Sério / Divulgação Arquidiocese de Teresina |
domingo, 15 de fevereiro de 2015
Jesus, defensor dos fracos
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| A Cura do Leproso purificado. Ilustração. |
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
15 curiosidades sobre a Igreja católica
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| Casulas |
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| Sudário de Turim / Reprodução |
12. Religiosos católicos também participaram de descobertas e criações como o método científico, a genética e o sistema universitário. Mesmo assim, há que teime em acusar a Igreja de odiar a ciência, a educação intelectual e o progresso técnico e tecnológico.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
“Cristo é nossa paz” é o lema da Campanha para Evangelização 2014
Este ano, a iniciativa completa 16 anos a serviço das atividades pastorais da Igreja. A mobilização nacional buscará promover iniciativas que visem superar a violência e edificar a paz, além de articular gestos concretos na sociedade por meio das ações evangelizadoras da Igreja.domingo, 23 de novembro de 2014
Cristo, Rei do Universo
O projeto do Pai é vida e salvação para a humanidade. Para realizá-lo, ele enviou o seu Filho unigênito com a missão de libertar homens e mulheres da escravidão do pecado. Jesus passou pelo mundo cumprindo a vontade do Pai: pregou a boa-nova do reino, curou os doentes, defendeu os fracos e injustiçados, denunciou as injustiças… Ele se pôs ao lado dos pobres e excluídos, dos pequenos e humildes.O Filho, existindo em condição divina, não fez do ser igual a Deus um privilégio. Esvaziou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo, tornando-se igual aos homens (Fl 2,7). Obediente a Deus e servidor da humanidade, fez-se pobre para nos enriquecer com sua pobreza.
Jesus é rei, e percebemos isso nos dois extremos de sua vida terrena. Já no seu nascimento, os magos se referem ao recém-nascido como “o rei que acaba de nascer” (Mt 2,2). E também na cruz Jesus foi reconhecido como rei.
Mas o reinado de Jesus é o serviço. Ele é um rei que se compromete com a dignidade humana, de modo especial com os pobres. Como disse o papa João Paulo II, citado pelos bispos no Documento de Aparecida, “nossa fé proclama que Jesus Cristo é o rosto humano de Deus e o rosto divino do homem. Por isso, a opção preferencial pelos pobres e necessitados está implícita na fé cristológica naquele Deus que se fez pobre por nós, para nos enriquecer com sua pobreza”. Da pessoa de Jesus, servidor da humanidade, decorre a missão de seus seguidores de se porem a serviço dos pobres.
Como cristãos, discípulos e discípulas de Cristo, cabe-nos imitá-lo, agindo da mesma forma que o Mestre, opondo-se a todo sistema egoísta e opressor que o mundo propõe. Com efeito, “de nossa fé nele nasce também a solidariedade como atitude permanente de encontro, irmandade e serviço. Ela há de se manifestar em opções e gestos visíveis, principalmente na defesa da vida e dos direitos dos mais vulneráveis e excluídos” (Documento de Aparecida).
O evangelho desta solenidade exprime claramente essa opção de Jesus pelos pobres e fracos. Ele apresenta-nos Cristo como rei, mas o reinado dele é o da justiça e do amor. Um rei que se solidariza e se identifica com os necessitados: famintos, sedentos, estrangeiros, doentes, prisioneiros. Cada vez que realizamos atos de caridade e solidariedade em favor deles, é ao próprio Jesus que o fazemos.
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Estão abertas as inscrições para o vestibular 2015.1 do ICESPI
domingo, 9 de novembro de 2014
9 de novembro: Dedicação da Basílica de Latrão
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
2 de novembro: Dia dos fiéis defuntos
Ao rezar por nossos
entes queridos que já vivem na comunhão dos santos, agradeçamos ao Deus da
vida, que nos ama e em seu Filho dá sentido à nossa existência. A fé na
eternidade e a certeza da morte terrena nos levam a relativizar o que aqui
deixaremos, para dar a devida importância ao que levaremos para junto de Deus.


















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