Hino da Padroeira

quarta-feira, 2 de abril de 2014

"No matrimônio o amor é mais forte do que as brigas”

Durante a Audiência Geral, o Papa Francisco lembra que a união conjugal é um reflexo da aliança entre Deus e o homem.

 

O sacramento do matrimônio está enraizado na criação do mundo e na aliança entre o homem e Deus (cf. Gn 1,27; 2, 24), foi o que disse o Papa Francisco durante a Audiência Geral desta manhã que termina o ciclo de catequeses sobre os sacramentos.

"Fomos criados para amar, como um reflexo de Deus e do seu amor - disse o Papa -. E na união conjugal, o homem e a mulher realizam esta vocação no sinal da reciprocidade e da comunhão de vida plena e definitiva”.

A celebração do matrimônio entre um homem e uma mulher, é algo em que Deus, de alguma forma se “espelha” e imprime nos esposos “os próprios traços e o caráter indelével do seu amor”, explicou o Pontífice.

A imagem de Deus, portanto, não é reflexa no homem e na mulher, cada um diferente do outro, mas na “aliança entre o homem e mulher” que são “criados para amar” e cuja união conjugal realiza tal vocação “no sinal da reciprocidade e da comunhão de vida plena e definitiva”.

Mesmo na Santíssima Trindade, de fato, encontra-se o amor entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo que "vivem desde sempre em uma unidade perfeita”. Da mesma forma o “mistério do Matrimônio” é Deus que faz dos dois esposos “uma só existência” ou, como diz a Bíblia, “uma só carne”.

Centra-se no "mistério” do matrimônio também São Paulo que nos lembra como a relação estabelecida por Cristo com a Igreja seja “delicadamente nupcial” (cf. Ef 5,21-33). Isso significa que o matrimônio "responde a uma vocação específica e deve ser considerado como uma consagração (cf. Gaudium et spes, 48; Familiaris Consortio , 56)", disse o Papa.

A união entre homem e mulher é uma verdadeira "consagração" em nome do “seu amor” e “por amor”. “Os esposos, de fato – acrescentou – em virtude do Sacramento, são investidos por uma verdadeira e própria missão, para que possam tornar visíveis, a partir das coisas simples, ordinárias, o amor com o qual Cristo ama a sua Igreja, continuando a doar a vida por ela, na fidelidade e no serviço”.

No matrimônio “o verdadeiro vínculo é sempre com o Senhor” e este vínculo é fortalecido “quando o esposo ora pela esposa e a esposa ora pelo esposo”. Mesmo com todas as dificuldades que a vida matrimonial traz - dificuldades econômicas e laborais, nervosismo, brigas - "não devemos ficar tristes com isso", exortou o Papa Francisco.

"A condição humana é assim. Mas o segredo é que o amor é mais forte do que as brigas. E é por isso que eu aconselho aos esposos, sempre, que nunca terminem um dia em que tenham brigado sem fazer as pazes. Sempre!”, concluiu o Santo Padre.

Roma,  


Fonte: (Zenit.org) 


João Paulo II: o atleta de Deus que também nos ensinou a morrer

Em livro, o doutor Renato Buzzonetti narra as últimas horas de vida do pontífice que faleceu há exatos 9 anos, em 2 de abril de 2005.

Roma, 02 de Abril de 2014 (Zenit.org

Desde que apareceu na janela da Praça de São Pedro com seu sorridente rosto redondo, cheio de energia, o papa que caminhava com passo dinâmico pelas longas escadarias da praça foi chamado de "atleta de Deus". Parecia que aquele homem poderoso e incansável não iria nunca precisar dos médicos, mas tudo mudou num belo dia de primavera de 1981: as balas disparadas pela mão assassina não o mataram, mas minaram seriamente a sua saúde de ferro. Desde então, João Paulo II se tornou também um homem do sofrimento: a doença e a dor se tornaram parte da sua vida e fizeram da Policlínica Gemelli um lugar muito familiar (o papa, aliás, a chamava de "Vaticano III"). Dessa experiência nasceu a carta apostólica "Salvifici doloris", sobre o sentido cristão do sofrimento, além do desejo de ter na cúria um dicastério voltado aos doentes e aos profissionais da saúde: com o motu próprio "Dolentium hominum", João Paulo II estabeleceu o Conselho da Pastoral dos Agentes de Saúde. E foi ele, ainda, que criou a Jornada Mundial dos Enfermos, no dia 11 de fevereiro, festa de Nossa Senhora de Lourdes.

Pouco a pouco, o Parkinson e os problemas com ossos e articulações o foram imobilizando e aprisionando em seu corpo, mas o papa continuava a sua missão sem esconder as suas dores: não para se exibir, mas para reivindicar o valor e o papel de cada pessoa na sociedade, mesmo se doente ou deficiente. As últimas semanas da vida terrena de João Paulo II foram os seus dias de calvário: o papa que tinha nos ensinado a viver nos ensinava também como enfrentar a morte.

Ao lado de João Paulo II até o instante final esteve sempre o médico pessoal, doutor Renato Buzzonetti. No livro-entrevista “Accanto a Giovanni Paolo II” [Ao lado de João Paulo II, publicado na Itália pela Editora ARES], ele conta os trechos seguintes:
* * *
Foram dias que marcaram profundamente a minha vida, dominados por um gravíssimo compromisso profissional, pela participação dolorosa no drama humano e religioso que estava acontecendo diante dos meus olhos, por uma tensão extrema diante da grande responsabilidade que pesava sobre os meus ombros e, finalmente, por uma oração ininterrupta, em comunhão com o papa que sofria na sua cruz mística.

Na quinta-feira, 31 de março de 2005, por volta das 11 horas da manhã, enquanto celebrava a missa na capela privada, o Santo Padre sentiu um tremor intenso, seguido por uma séria elevação da temperatura e por um gravíssimo choque séptico. Graças à habilidade dos reanimadores, a situação crítica foi controlada e dominada mais uma vez.

Perto das 17 horas, foi rezada a santa missa ao pé da cama do papa, que aos poucos emergia do choque. Quem celebrou foi o cardeal Jaworski, com mons. Stanislaw, mons. Mietek e dom Rylko. O Santo Padre estava com os olhos semiabertos. O cardeal de Lviv lhe deu a unção dos enfermos. Na consagração, o papa levantou fracamente o braço direito, duas vezes, em direção ao pão e ao vinho. Tentou bater no peito com a mão direita no momento do Agnus Dei. Depois da missa, a convite de mons. Stanislaw, os presentes beijaram a mão do Santo Padre. Ele chamou as freiras pelo nome e acrescentou: “Pela última vez”. Seu médico, antes de lhe beijar a mão, disse em voz alta: “Santo Padre, nós o amamos e estamos aqui juntos com todo o coração”. Depois, sendo quinta-feira, o Santo Padre quis comemorar a hora de adoração eucarística: leitura, recitação dos salmos, cantos entoados pela irmã Tobiana.

Na sexta-feira, 1º de abril de 2005, depois da missa concelebrada por ele, o Santo Padre pediu, às 8 horas, para fazer a via-crúcis, fazendo o sinal da cruz em cada uma das 14 estações. Participou da recitação da terceira hora do ofício divino e, às 8h30, pediu para ouvir a leitura de passagens da Sagrada Escritura, lidas pelo padre Tadeusz Styczen. Os cuidados médicos continuaram sem pausas.

No sábado, 2 de abril de 2005, foi celebrada a santa missa ao pé da cama do Santo Padre. Ele participou com atenção. No final, com palavras arrastadas e quase ininteligíveis, João Paulo II pediu a leitura do evangelho de São João, que o Pe. Styczen fez devotadamente, lendo nove capítulos. Homem contemplativo, com a ajuda dos presentes, o papa recitou as orações do dia até o ofício das leituras do domingo iminente.

Por volta das 15h30, o Santo Padre sussurrou para a Irmã Tobiana: "Deixem-me ir para o Senhor...", em polonês. Mons. Stanislaw me referiu essas palavras apenas alguns minutos mais tarde. Aquele era o seu "consummatum est" (Jo 19, 30).

Não era uma rendição passiva à doença, nem uma fuga do sofrimento, mas a mostra da consciência profunda de uma via-crúcis bravamente aceita até a espoliação de toda coisa terrena e da própria vida, e que agora se aproximava do objetivo final: o encontro com o Senhor. Ele não queria atrasar esse encontro, esperado desde os anos da juventude. Foi para isso que ele tinha vivido. Aquelas palavras eram de expectativa e de esperança, de renovada e definitiva entrega nas mãos do Pai.

Naquelas mesmas horas, eu e meus colegas médicos constatamos que a doença se voltava inexoravelmente para o fim do seu curso. A nossa batalha tinha sido travada com paciência, humildade e prudência; e fora extremamente difícil, porque, intimamente, nós sabíamos que ela terminaria em derrota. A racionalidade técnica, a consciência e a sabedoria dos médicos, o carinho iluminado dos familiares foram guiados constantemente pelo respeito misericordioso e total do homem que sofria. Não houve tratamento agressivo.

Depois das 16 horas, o Santo Padre foi adormecendo e perdendo gradualmente a consciência. Por volta das 19 horas, ele entrou em coma profundo e em agonia. O monitor registrava o esgotamento progressivo dos parâmetros vitais.

Às 20 horas, começou a missa celebrada aos pés da cama do pontífice que falecia. Foi celebrada por mons. Dziwisz com o cardeal Jaworski, mons. Mietek e dom Rylko. Cantos poloneses se entrelaçavam com os cantares que subiam da Praça de São Pedro, lotada. Uma pequena vela brilhava sobre o criado-mudo, ao lado da cama.

Às 21h37, o Santo Padre morreu. Depois de poucos minutos de atônita dor, foi entoado o Te Deum em língua polonesa e, da praça, de repente, viu-se iluminada a janela do quarto do papa.
* * *
Nesta sexta-feira, 4 de abril de 2014, a Universidade Europeia de Roma organizará, às 19 horas, o encontro “João XXIII, João Paulo II: dois papas, dois santos”, com testemunhos inéditos sobre a santidade dos dois pontífices prestes a ser canonizados. A entrada será livre.

"Porém, eu não morro totalmente, o que em mim é imperecedouro, permanece". Papa João Paulo II (Karol Józef Wojtyla, 1920 - 2005)



sexta-feira, 28 de março de 2014

Programação para a Semana Santa e Páscoa 2014


 
Domingo de Ramos: dia 13/04

Com os ramos nas mãos, vamos seguir os passos do Senhor em sua entrada em Jerusalém e em seu percurso rumo à cruz.

7h30 Benção dos Ramos e santa Missa na Igreja Matriz.

9h Benção dos Ramos e Celebração da Palavra na Igreja São Francisco das Chagas (Lourival Parente).

9h Benção dos Ramos e santa Missa na Igreja Nossa Senhora Maria Auxiliadora (Parque Rodoviário).

16h30 Concentração e Benção dos Ramos na Igreja de São Francisco das Chagas - Lourival Parente, e procissão até a Igreja Matriz, concluindo com a Santa Missa.

Segunda feira Santa: 14/04

08h30 Recolhimento do Clero  (Socopinho)

19h Missa do Crisma na Catedral Nossa Senhora das Dores (Benção dos santos óleos)

Quarta feira Santa: 16/04

19h Missa na Igreja Matriz, presidida pelo o Senhor Arcebispo Dom Jacinto..


Quinta feira Santa: 17/04

“O cálice por nós abençoado, é a nossa comunhão com o sangue do Senhor.” (Sl 115)

18h Missa da Ceia do Senhor e lava pés na Igreja de São Francisco das Chagas - Lourival Parente. 
(Em seguida adoração ao Santíssimo Sacramento)

19h30 Missa da Ceia do Senhor e lava pés na Igreja Matriz.
 (Em seguida adoração ao Santíssimo Sacramento)

Sexta feira Santa: 18/04

“Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.” (Jo 3,16)

15h Ação Litúrgica e Via Sacra na Igreja Matriz.

15h Ação Litúrgica e Via Sacra na Igreja São Francisco das Chagas (Lourival Parente).

15h Ação Litúrgica e Via Sacra na Igreja Nossa Senhora Maria Auxiliadora (Parque Rodoviário).

Sábado Santo: 19/04

“Cantemos ao Senhor que fez brilhar a sua glória.” (Ex 15)

18h Missa da Vigília Pascal na Igreja São Francisco das Chagas (Lourival Parente).

20h Missa da Vigília Pascal na Igreja Matriz

Domingo de Páscoa: 20/04

“Este é o dia que o Senhor fez para nós: alegremo-nos e nele exultemos!” (Sl 117)

9h Missa na Igreja Nossa Senhora Maria Auxiliadora (Parque Rodoviário).

9h Celebração da Palavra na Igreja São Francisco das Chagas (Lourival Parente).

17h30 Missa na Igreja Matriz.

19h Missa na Igreja São Francisco das Chagas (Lourival Parente).

“Que a ressurreição de Cristo renove a nossa fé permitindo sermos cada vez mais solidários e fraternos como Jesus nos ensinou”. 

Uma Santa e Feliz Páscoa!

quarta-feira, 26 de março de 2014

Arquidiocese de Teresina lançou a 19ª Caminhada da Fraternidade

Com o tema "Somos Um Time de Irmãos", a Arquidiocese de Teresina, por meio da Ação Social Arquidiocesana (ASA), promoveu o lançamento da 19ª Caminhada da Fraternidade na noite desta quinta-feira, dia 20, no Auditório Paulo VI, centro da cidade. A solenidade contou a presença do Arcebispo de Teresina, Dom Jacinto Brito; do Vigário geral e coordenador da Caminhada, Pe. Tony Batista; prefeito de Teresina, Firmino Filho; além de membros do clero e fiéis que participam e apoiam a causa.


Dom Jacinto Brito reforçou o espírito de fraternidade e a demonstração de amor e que envolve a Caminhada da Fraternidade. "Todos são chamados para fazer parte deste time de solidariedade. A Caminhada da Fraternidade é um evento que reúne pessoas de todas as idades, raças e etnias e tem como objetivo incluir toda a sociedade para ajudar as pessoas que estão de alguma forma à margem dela", enfatizou o Arcebispo de Teresina.




O coordenador da Caminhada da Fraternidade, Pe. Tony Batista, falou que este ano o evento traz a Copa e o papa Francisco como inspiração e ressaltou a importância da causa para os mais necessitados. "A Igreja tem se colocado no lugar das pessoas menos favorecidas, que estão em uma situação de riscos. É com esse espírito de solidariedade que vamos entrar em campo, pela 19ª vez, para virar o jogo contra a indiferença, a exclusão, a discriminação, nossas eternas adversárias", disse. A iniciativa beneficia trabalhos voltados para os carentes da capital, idosos, crianças em situação de risco e pessoas com problemas de saúde que estão acolhidos no Lar da Fraternidade, Lar de Misericórdia e Maria Imaculada.


O lançamento contou ainda com a participação do Balé da Cidade, com coreografia de Roberto Freitas, preparada especialmente para a ocasião, além da apresentação das peças publicitárias criadas pela empresa S/A Propaganda, que desde 2006 realiza a campanha publicitária do evento voluntariamente


quinta-feira, 20 de março de 2014

Maçom, ocultista e ateu testemunha sua conversão pela intercessão de Nossa Senhora, em Lourdes.

Ser maçom facilitou minha ascensão profissional. No entanto, em 1983, tive grandes dificuldades profissionais. Ao mesmo tempo, a saúde da minha esposa Claude me preocupava cada vez mais. Ela apresentava problemas digestivos graves e muito dolorosos. Quase não comia. Nenhum tratamento, nem científico nem oculto, conseguia resolver seus males.


Eu propus a Claude que saísse da Grã-Bretanha e fosse passar uns dias em Font Romeu, levando em consideração os benefícios de uma mudança de clima. No início de fevereiro de 1984, eu a levei até lá, deitada no carro. Infelizmente, ela teve de permanecer de cama durante todo esse período.


Um choque cosmo-telúrico

Então, tive uma ideia muito estranha para um ateu. Eu lhe propus que, na viagem de volta, passássemos por Lourdes. Eu esperava que isso provocasse nela um choque psicológico salvador ou um choque cosmo-telúrico. Segundo minhas pesquisas em radiestesia e geobiologia, este lugar se encontrava situado em um cruzamento de correntes telúricas.


O choque foi imenso! Seu marido – médico, maçom e anticlerical – lhe sugeria ir a Lourdes! Cristã no segredo do seu coração, Claude começou a temer que um fracasso deste passo aumentasse meu ceticismo e ateísmo.


Em Lourdes, fomos à Gruta na qual os cristãos acreditam que Nossa Senhora apareceu a uma jovem pastora, Bernardette; depois, fomos às piscinas nas quais os doentes vindos em peregrinação se submergiam, acreditando que aquela água fosse milagrosa.


Confiando Claude aos especialistas do local, busquei refúgio em uma cripta. Estavam celebrando uma Missa. Escutei com atenção. Em um determinado momento, o padre se levantou e leu estas palavras: “Pedi e se vos dará. Buscai e achareis. Batei e vos será aberto”.


Esta frase, que eu tinha ouvido muitas vezes em ritos de iniciação maçônicos, era uma palavra desse Jesus que eu considerava um sábio e um grande iniciado, mas não o Senhor! Seguiu-se um grande momento de silêncio e escutei claramente uma doce voz que me dizia: “Está bem, você pede a cura de Claude, mas o que você tem a oferecer?”.


Fascinado por estas palavras interiores, só voltei aos meus sentidos no momento em que o sacerdote elevou a Hóstia e no qual, pela primeira vez, reconheci Cristo neste humilde pedaço de pão: era a Luz que eu havia buscado, em vão, em inúmeras iniciações.


Em um instante e como resposta, só vi a mim mesmo como oferenda. Eu, o ateu, anticlerical durante mais de 40 anos…


No final da Missa, segui o padre até a sacristia e pedi que ele me batizasse, sem suspeitar que era necessária toda uma preparação para receber este sacramento. Ele me explicou o procedimento e me encaminhou ao arcebispo de Rennes, também na França.


Minha nova vida

Motivado pela experiência que acabara de viver, fui encontrar Claude. Ela pôde constatar a nova alegria que emanava de mim. Na viagem de volta, minha curiosidade insaciável pela fé e pela vida cristã, pela maneira de rezar, bem como meu desejo de ser batizado, convenceram-na da veracidade da minha transformação.


Foram meus primeiros passos em minha nova vida. Cada vez mais atraído por esta Luz que eu havia visto em Lourdes, retirei pouco a pouco, com muita dificuldade, todo vínculo com o ocultismo e a maçonaria.


Começou para mim uma existência orientada ao amor a Deus e aos outros. Com relação a Claude, ela recuperou a saúde inesperadamente.


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Matéria originalmente publicada em http://blog.comshalom.org/carmadelio/39931-macom-ateu-testemunha-sua-conversao-pela-intercessao-de-nossa-senhora-em-lourdes

Imagens da Internet

quarta-feira, 19 de março de 2014

São José - Esposo da Virgem Maria, Padroeiro da Igreja



A devoção a São José na Igreja Católica é antiquíssima. A Igreja do Oriente celebra-lhe a festa desde o século nono, tendo os Carmelitas introduzido tal festa na Igreja ocidental. Os Franciscanos em 1399 já festejavam a comemoração do santo Patriarca. Xisto IV inseriu-a no breviário e no missal; Gregório XV generalizou-a em toda a Igreja. Clemente XI compôs o ofício com os hinos para o dia 19 de março e colocou as missões da China sob a proteção de São José. Pio IX introduziu, em 1847, a festa do Patrocínio de São José e, em 1871 declarou-o PADROEIRO DA IGREJA CATÓLICA; Leão XIII e Benedito XV recomendaram aos fiéis a devoção a São José, de um modo particular, chegando este último Papa a inserir no missal um prefácio próprio.

Nada sabemos a respeito da infância de São José, tampouco da vida que levou, até o casamento com Maria Santíssima. Os santos Evangelhos não nos dizem coisa alguma a respeito; limitam-se apenas a afirmar que José era justo, o que quer dizer: José era cumpridor da lei, homem santo.

Que a virtude e santidade de São José foram extraordinárias, vemos pela grande missão que Deus lhe confiou. Segundo a Doutrina de São Tomás de Aquino, Deus confere as graças e privilégios à medida da dignidade e da elevação do estado, a que destina o indivíduo. Pode imaginar-se dignidade maior que a de São José que, pelos desígnios de Deus, devia ser esposo de Maria Santíssima e pai nutrício de seu divino Filho?  Maria Santíssima, consentindo no enlace com o santo descendente de David, não podia ter outra coisa em mira, senão uma garantia para o futuro, uma defesa de sua virtude e uma satisfação perante a sociedade, visto que no Antigo Testamento não era conhecida, e muito menos considerada, a vida celibatária. Celebrando o contrato, Maria Santíssima certamente o fez com a garantia absoluta da pureza virginal, que por inspiração divina votara a Deus.

 Ao realizar-se a grandiosa obra da Encarnação do Verbo, o Arcanjo Gabriel comunicou-lhe o grande mistério, que nela se havia de realizar e, após pronunciar o "fiat", consentindo sua maternidade operada pelo Espírito Santo, deixou São José em completa ignorância. Com esse consentimento, dirigiu-se à casa de Isabel, onde se demorou três meses e, de volta para casa, seu estado causou no espírito se São José as mais graves preocupações e cruéis dúvidas. A virtude e a santidade da esposa estavam acima de qualquer suspeita, não lhe permitindo explicação menos favorável. Nesta perplexidade invencível, resolveu abandonar a esposa e, quando tudo já estivesse providenciado para a partida, um Anjo do Senhor lhe aparece em sonhos e lhe diz: "José, filho de Davi, não temas admitir Maria, tua Esposa, porque o que nela se operou é obra do Espírito Santo". Foram assim de vez dissipadas as negras nuvens do espírito de José. Com quanto respeito, com quanta atenção não teria tratado aquela, que pela fé sabia ser o tabernáculo vivo do Messias.

Ignora-se quando São José morreu. Há razões que fazem supor que o desenlace se tenha dado antes da vida pública de Jesus Cristo. Certamente não se achava mais vivo quando seu Filho morreu na cruz; do contrário não se explicaria porque Jesus recomendou a Mãe a São João Evangelista, não tendo por isto razão, se estivesse vivo São José.

Que morte santa terá tido o pai nutrício de Jesus! Que felicidade morrer nos braços do próprio Jesus Cristo, tendo à cabeceira a Mãe de Deus! Mortal algum teve igual ventura. A Igreja com muita razão invoca São José como padroeiro dos moribundos e os cristãos se lhe dirigem com confiança, para alcançar a graça de uma boa morte.

Não existem relíquias de São José, tampouco sabe-se algo do lugar onde foi sepultado. Homens ilustrados e versados nas ciências teológicas houve e há que defendem a opinião que São José, em atenção a sua alta posição e grande santidade, foi, como São João Batista, santificado antes do nascimento e já gozava de corpo e alma da glória de Deus no céu, em companhia de Jesus, seu Filho e Maria, sua Santíssima esposa.

Grande deve ser a nossa confiança na intercessão de São José. Não há pessoa, não há classe que não possa, que não deva se lhe dirigir. Santa Tereza, a grande propagandista da devoção a São José, chegou a dizer: "Não me lembro de ter-me dirigido a São José, sem que tivesse obtido tudo que pedira".


Reflexões

São José é um dos grandes santos a que a Igreja patenteia a maior devoção e confiança. E com razão! O Esposo de Maria Santíssima, o pai adotivo de Cristo, tendo recebido de Deus as mais honrosas distinções, quão caro não deve ser ao Onipotente, quanto poder não deve ter sobre o coração do Divino Filho. Recorram, pois, àquele modelo de vida oculta e contemplativa os que escolheram para si o melhor modelo de perfeição. Recorram todos a São José para obter a pureza do corpo, da alma e do espírito. Ele é o advogado dos agonizantes porque só ele, entre os mortais, teve a graça de expirar nos braços de Jesus e Maria.


Fonte: http://www.linkscatolicos.com.br//

terça-feira, 18 de março de 2014

Foi eleito o novo CPP de nossa paróquia

Aconteceu no Salão Paroquial no último sábado dia 15 de março a reunião ordinária do Conselho Pastoral Paroquial (CPP). Na oportunidade ocorreu a eleição para a gestão 2014 do Conselho.


Junto com o nosso novo pároco Padre Edison que é o presidente do CPP, foram escolhidos como coordenador o Sr. Osmar; vice coordenador o Sr. José Martins; primeira secretária a Sra. Helena Amaral e segunda secretária a Sra. Maria da Penha.


O novo coordenador e a segunda secretária são membros da Comunidade Nossa Senhora da Imaculada Conceição (Morada Nova). O Sr. José Martins é da Comunidade Santo Expedito (Loteamento Hugo Prado) e a Sra. Helena é membro da Comunidade São Francisco das Chagas, no Lourival Parente.


Louvado seja Deus por isso! Que nossa padroeira Nossa Senhora da Imaculada Conceição esteja em constante intercessão por este novo CPP.