Hino da Padroeira

sábado, 13 de setembro de 2014

Semana Litúrgica


VIII SEMANA DE ANIMAÇÃO LITÚRGICA
DE 14 A 21 DE SETEMBRO DE 2014



CONVITE


        Caro (a) e irmão (a), que a paz do Cristo ressuscitado esteja com todos vocês!
        Baseados na Constituição Sacrossanto Concilium que nos apresenta a importância da Sagrada Liturgia e sobretudo do Divino Sacrifício da Eucaristia em que vivenciamos o que Deus fez por nós “a obra de nossa Redenção” é que informamos a todos a realização da VIII Semana de Animação Litúrgica da nossa Paróquia. Esse período quer ser para nós um tempo forte de animação e entusiasmo da vida litúrgica na Paróquia e em nossas Comunidades, por isso, convidamos a todos (as) a participarem ativamente conosco destes dias.

Fraternalmente, a Coordenação.


PROGRAMAÇÃO



Dia 14/09: Abertura da Semana Litúrgica - Festa da Exaltação da Santa Cruz. Visita aos cantinhos das Pastorais e animações.
Responsaveisis: Todo o povo de Deus.

Dia 15/09: Festa de Nossa Senhora das Dores: Padroeira da Arquidiocese de Teresina. Todos somos convidados a participar da procissão saindo às 18h da Igreja Nossa Senhora do Amparo e em seguida da santa missa na Catedral.

Dia 16/09: Celebração de ação de graças pelos dizimistas. Após a missa estudo bíblico.
Responsaveis: Comunidade Imaculada Conceição, Pastoral do Dizimo, Mãe Rainha e Batismo.

Dia 17/09: Celebração com idosos e enfermos. Após a missa lanche, animação e brincadeiras com os idosos.
Responsáveis: Comunidade Nossa Srª do Carmo, Legião de Maria e Terço dos homens.

Dia 18/09: Celebração do Nascituro: Benção das gestantes e das crianças.  Festival de sorvete e animação.
Reponsáveis: Comunidade Santo Expedito, Pastoral Familiar, ECC, Catequese de crianças e adultos.

Dia 19/09: Celebração da reconciliação/ perdão. Às 18h30 terço da misericórdia. Após a missa estudo bíblico.
Responsaveis:Comunidade Nossa Srª Maria Auxiliadora, Comunidade São Francisco de Assis, Apostolado da Oração e Equipes de Nossa Senhora.

Dia 20/09: Celebração de adoração e louvor. Após a missa momento de animação.
Resposáveis: Comunidade Santa Rita, Crisma de jovens e adultos, Jufra, EJC, RCC e Coroinhas. 




domingo, 7 de setembro de 2014

Tentação da religião fácil


Cardeal Odilo Pedro Scherer
Arcebispo de São Paulo (SP)

Não está fácil ser cristão, em várias partes do mundo! Muitos estão sendo cerceados em sua liberdade de consciência, perseguidos e martirizados, apenas por serem discípulos de Jesus Cristo. São muito atuais as palavras de advertência de Jesus, ao encorajar os discípulos, falando-lhes do que os esperava: “sereis perseguidos e odiados por minha causa” (cf Lc 21, 12-19). Jesus não prometeu vida fácil a seus seguidores!
A cena de Jesus com seus discípulos no caminho para Jerusalém, retratada no Evangelho de São Mateus (cf Mt 16,21-27), é muito ilustrativa. Jesus lhes fala da própria rejeição pelas autoridades do templo de Salomão, em Jerusalém, de seus sofrimentos, morte na cruz e ressurreição ao terceiro dia. Pedro, cheio de vontade de “defender” o Mestre, quer convencê-lo a desistir do caminho para Jerusalém: “Deus te livre, isso não te acontecerá!”
As palavras de Jesus a Pedro são duras: “vá para longe de mim, satanás! És para mim, ocasião de tropeço!” São as mesmas palavras usadas por Jesus para superar a terceira tentação no deserto, antes de iniciar sua missão pública (cf Mt 4,10). Pedro fazia o papel de “tentador” e Jesus o afastou decididamente, continuando seu caminho para Jerusalém: “tu não pensas conforme Deus, mas conforme os homens!” (cf Mt 16,23).
De qual tentação tão grave se tratava? Se Jesus desse razão a Pedro, evitaria os sofrimentos anunciados. Qual seria o mal? É que essa tentação implicava em desistir do Evangelho e da missão de Jesus. Pedro, ingenuamente, querendo impedir que algo de mal acontecesse a Jesus, acabaria desviando Jesus do seu caminho, impedindo-o de ser a testemunha fiel da verdade de Deus, de ser coerente e fiel à missão de manifestar o amor de Deus até às últimas consequências. Era uma grande tentação!
Jesus não atrai os discípulos para facilidades, vantagens, prosperidade e glórias terrenas: “se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga!” (Mt 16,24). Várias outras passagens do Evangelho retratam o convite a seguir Jesus, não por interesses pessoais, mas a abraçar de coração inteiro o Evangelho do reino de Deus por ele anunciado e tornado presente no mundo.
É antiga e sempre atual a tentação de oferecer Jesus como um “produto” para a solução mágica para todos os males, sem a exigência de verdadeira fé e conversão ao reino de Deus. Um cristianismo sem mudança de vida, sem cruz nem renúncia aos próprios projetos, sem sintonia com o projeto de Deus, sem os 10 mandamentos da lei de Deus, seria falsificar Jesus e o Evangelho!
Essa tentação insidiosa, mais do que nunca, pode ser atual em nossos dias: pretende-se apresentar um Jesus simpático e atraente, produto falsificado nas vitrines de um mercado religioso sempre mais florescente, para atrair adeptos com toda sorte de facilidades e vantagens. Lembrou o papa Francisco: uma Igreja sem Jesus Cristo crucificado e ressuscitado, acabaria sendo uma espécie de “ONG do bem”, mas não seria mais a Igreja de Cristo!
Tentação perigosa, pois mexe com coisas muito sérias e induz a engano fatal: “de que adianta alguém ganhar o mundo inteiro, mas perder a sua vida?” – pergunta Jesus. (cf Mt 16,26). Quem busca Jesus apenas para ter vantagens pessoais, facilidades, vaidades e riquezas, não “arrisca” nada por ele; não é a Jesus e o reino de Deus que busca, mas apenas a si próprio e a seus projetos pessoais. A “renúncia a si mesmo” equivale, de fato, à primazia absoluta dada a Deus e a seus caminhos.
A “religião fácil” é uma tentação perigosa, um grave engano! No final de tudo, se não houver sincera conversão e “renúncia a si mesmo”, mesmo tendo conseguido todas as vantagens do mundo, a frustração poderá ser total.

Publicado em O São Paulo, de 4 de setembro de 2014. 

Catedral de Nossa Senhora das Dores está em festa

Teve início ontem 6 e irá até o próximo dia 15 de setembro o festejo de Nossa Senhora das Dores, Padroeira da Arquidiocese de Teresina. 

O festejo está sendo realizado na Catedral metropolitana de Nossa Senhora das Dores.

Segundo a programação oficial, todos os dias haverá recitação das dores de Nossa Senhora, às 18h30 e em seguida celebração eucarística.

A noite da nossa Forania Sul II será na próxima terça feira dia 09. Participe!



Josiano Soares Pitombeira.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Amor à Pátria

Dom Canísio Klaus
Bispo de Santa Cruz do Sul (RS)
Com o olhar voltado para as eleições de outubro, comemoramos a Semana da Pátria, que tem seu ponto alto no domingo, dia 7 de setembro. A bandeira do Brasil está tremulando em todos os prédios públicos e o Hino Nacional está sendo cantado nas escolas e praças das cidades. No final de semana, os desfiles cívicos tomarão conta das ruas e avenidas. Tudo isto para reforçar o sentimento de amor à Pátria Brasil.
 Amar a Pátria significa nutrir afeto para com o país onde nascemos e vivemos, com o desejo de que tudo de bom possa acontecer com este país. Implica no compromisso de trabalhar e lutar para defender os interesses do povo e o bem estar de todos os cidadãos. Em combater a exploração e zelar para que o governo seja justo e honesto, denunciando o desvio do dinheiro público e aqueles que habitualmente agem contra a lei.
Mais do que denunciar, o amor à Pátria, conforme nota da CNBB, implica em “contribuir na construção de outra prática política, firmada nos valores éticos de promoção e defesa da vida”, com atitudes construtivas.
Uma pessoa sem pátria é uma pessoa sem chão e sem lar. É o que está acontecendo com milhares de pessoas forçadas a abandonarem seus países por causa da violência no Oriente Médio e na Ásia ou pela falta de perspectivas de vida em vários países da África e da América Latina. Estas pessoas ficam ansiosamente esperando que um país as acolha, tornando-se assim filhos adotivos de uma nova Pátria.
Para que nossa Pátria tenha um futuro glorioso, estamos sendo convocados a elegermos os nossos governantes no mês de outubro. Devemos cuidar para não cair nas artimanhas de “lobos revestidos em peles de cordeiro”. Com o propósito de nos ajudar a que isso não aconteça, a CNBB divulgou a nota “Pensando o Brasil: desafios diante das eleições”. Aí se diz que “o eleitor deve conhecer o passado de seu candidato e averiguar se o discurso e a prática por ele apresentados se conformam aos valores da ética e do bem comum”. Também alertam para a necessidade de “manter uma atitude de fiscalização e vigilância”, denunciando os abusos e as irregularidades na medida em que elas se tornarem evidentes. Frente à urgência da Reforma Política, precisamos, em outubro, “eleger pessoas que se disponham a aprovar as grandes reformas necessárias ao Brasil melhor”.
Aproveitemos a Semana da Pátria e o período pré-eleitoral para aprofundar o nosso sentimento patriótico e clarear o nosso compromisso com a Pátria onde nascemos e vivemos. Façamos frente ao senso comum de que “política é coisa suja”, e participemos ativamente das eleições, pois, conforme nos alerta o Papa Francisco, “a política é uma das mais altas formas da caridade, porque busca o bem comum”.

Que Deus, por intermédio da Mãe Aparecida, proteja a nossa Pátria!

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Centenas de entidades participam de mobilização pela reforma política


Nesta semana da Pátria, de 1º a 7 de setembro, acontece a Semana Nacional de Luta pela Reforma Política Democrática. Mais de 400 organizações sociais promovem, em todas as regiões do Brasil, coletas de assinaturas para o Projeto de Lei de Iniciativa Popular da Reforma Política e Eleições Limpas e recolhimento de votos para o Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político. As duas iniciativas, apoiadas pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), buscam colocar em evidência debates sobre as necessárias mudanças políticas no país.

Para o bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e a Educação da CNBB, dom Joaquim Giovani Mol Guimarães, as comemorações da Independência do Brasil terão significado “muito especial” com a participação do povo brasileiro.

“Ela será mais Semana da Pátria se todo mundo participar do que nós estamos promovendo, que é uma coleta de assinaturas para poder aprovar um projeto de lei no Congresso Nacional que ajuda a reformar o âmbito político do Brasil, porque no Brasil a política é exercida de uma forma pouco transparente, sem a participação do povo e, sobretudo, é extremamente cara, porque, em primeiro lugar, olha-se o interesse corporativista dos políticos”, afirma dom Mol.

O projeto de lei de iniciativa popular pela Reforma Política e Eleições Limpas é organizado por uma Coalizão de cem entidades, entre elas a CNBB, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE).

A proposta, protocolada no Congresso Nacional com o número 6.316 de 2013, tem o objetivo de afastar das eleições a influência do poder econômico sobre as candidaturas, proibindo o financiamento das campanhas com dinheiro privado; alterar o sistema eleitoral, implementando eleição em dois turnos, sendo o primeiro para escolha de uma proposta e o segundo para eleição da pessoa que a colocará em prática; fortalecer a participação das mulheres e demais grupos subrepresentados; além da regulamentação do artigo 14 da Constituição Federal, para intensificar os mecanismos de participação popular, como Projeto de Lei de Iniciativa Popular, do Plebiscito e do Referendo, mesclando a democracia representativa com a democracia participativa.

A outra iniciativa, promovida por centenas de movimentos sociais, busca a instalação de uma Assembleia Nacional Constituinte para mudar o sistema político no Brasil.  O plebiscito popular serve para pressionar as instâncias governamentais a convocar um Plebiscito Oficial para ouvir a população sobre a convocação da Constituinte.

Na sexta-feira, dia 29 de agosto, a presidência da CNBB divulgou mensagem durante entrevista coletiva à imprensa. Na ocasião reafirmou a convicção de que “urge uma séria e profunda Reforma Política no País”. Para a entidade, “uma verdadeira reforma política melhorará a realidade política e possibilitará a realização de várias outras reformas necessárias ao Brasil, por exemplo a reforma tributária”.

O texto também esclarece que o projeto de Reforma Política da Coalizão, da qual a CNBB faz parte, “não está vinculado a nenhum partido político tão pouco a nenhum candidato a cargos políticos eletivos, embora não haja restrição do apoio de bons políticos do Brasil”. As iniciativas, porém, são respostas às “várias tentativas de reforma política infrutíferas” no Congresso Nacional.

Na nossa paróquia (Morada Nova) você poderá participar assinando o abaixo assinado e votando no plebiscito até o próximo domingo dia 7. Participe!


Fonte: http://www.cnbb.org.br/imprensa-1/noticias


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Arquidiocese de Teresina realiza I Semana Bíblica

A Coordenação da Catequese realizará a Semana Bíblica Arquidiocesana, no período de 02 a 07 de setembro, de 19h às 22h, no auditório do Centro Pastoral Paulo VI.
O  tema será  “Conhecer, Acolher e Transmitir a Palavra de Deus” e o lema ‘‘Tua Palavra é Lâmpada para os meus pés... luz para o meu caminho (S/119)”, o encontro é voltado para padres, catequistas e pessoas em geral que se interessam em conhecer de forma mais profunda a palavra de Deus. “A Semana Bíblica vai proporcionar um encontro mais direto com a Sagrada Escritura. É uma formação para que as pessoas vivenciem e compreendam a palavra de Deus”, disse Edimilson Alves, Coordenador Arquidiocesano da Catequese.

A palestra de abertura será ministrada pelo Vigário Geral da Arquidiocese de Teresina, Pe. Tony Batista, que falará sobre a importância da Semana, e os demais dias serão conduzidos pelas Ir. Márcia e Aila, da cidade de Fortaleza (CE). Após o dia 07 de setembro, será realizada a Semana Bíblica nas paróquias da Arquidiocese de Teresina. 



Fonte: http://www.arquidiocesedeteresina.org.br

Mês da Bíblia 2014





Discípulos Missionários a partir do Evangelho de Mateus

Discípulos Missionários a partir do Evangelho de Mateus é o tema proposto para o Mês da Bíblia de 2014, partindo das prioridades do Projeto de Evangelização “O Brasil na missão continental” e os aspectos fundamentais do processo de discipulado: o encontro com Jesus Cristo, a conversão, o seguimento, a comunhão fraterna e a missão.

O lema é “Ide, fazei discípulos e ensinai” (cf. Mt 28,19-20). Ele foi indicado pela Comissão Bíblico Catequética, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), juntamente com as Instituições Bíblicas, entre elas o Serviço de Animação Bíblica.

QUEM É O AUTOR DO EVANGELHO SEGUNDO MATEUS?


O Evangelho foi atribuído a Mateus, pela primeira vez, por um escritor cristão de nome Pápias, no II século D.C. Pela tradição, Mateus era um publicano, foi um dos Doze Apóstolos (9,9; 10,3) e é identificado com o nome de Levi (Mc 2,14; Lc 5,27). Outros o consideram um escriba e o identificam com a frase presente em Mt 13,52. Porém, hoje sabemos que o Evangelho é fruto de um longo processo de redação e que foi atribuído a Mateus, por ser, certamente, uma pessoa importante para a comunidade.
Apesar disso, podemos recolher algumas características do autor,  nas entrelinhas do evangelho. Provavelmente, tenha sido um judeo-cristão, pois conhecia os costumes, rituais e os métodos judaicos de interpretação dos textos; tem uma grande familiaridade com o Antigo Testamento (1,23; 2,6.15.18; 13,14-15) e utiliza expressões próprias da cultura judaica (18,20). Apesar de seguir várias passagens do Evangelho segundo Marcos, o autor tem um estilo mais sóbrio eliminando detalhes secundários, frases difíceis, expressões repetidas e evita as referências às emoções ou que possam transparecer os limites de Jesus ou dos seus discípulos. Ele também ressalta o aspecto catequético dos milagres.

O evangelho dirige-se, possivelmente, a uma comunidade proveniente do judaísmo, visto que os costumes judaicos não são explicados (15,2; 23,5), nem traduz as expressões aramaicas (5,22) e os temas escolhidos estão em sintonia com este contexto judaico, como: o Reino dos Céus, justiça, perfeição, entre outros.

QUANDO? ONDE FOI ESCRITO? COM QUAL A FINALIDADE?   

O Evangelho segundo Mateus, provavelmente foi escrito entre os anos 80 a 90 D.C. Muitos estudiosos afirmam que o autor conhecia o Evangelho segundo Marcos e se serviu do mesmo para elaborar o seu texto. Quanto ao local no qual o evangelho foi escrito, existia uma primeira proposta de situá-lo na Palestina, baseada na hipótese de um original em hebraico ou aramaico do Evangelho, porém é uma hipótese que vem sendo fortemente questionada. A segunda hipótese, praticamente aceita, é de situá-lo na Síria, em Antioquia.  

O evangelho tem primeiramente a finalidade de demonstrar que Jesus é o Messias prometido pelos profetas e pelas promessas presentes no Antigo Testamento. Uma segundo objetivo é de fortalecer a fé cristã das comunidades, nesse momento marcado por conflitos, tensões e de crise para aquelas e aqueles cristãos, que ainda estavam estruturalmente ligados à comunidade judaica. 

ESTRUTURA DO EVANGELHO   


A primeira parte inicia com a genealogia de Jesus, o relato da sua infância, a pregação de João Batista, o Batismo e as Tentações (1,1-4,11). Na segunda parte, Jesus anuncia a finalidade da sua missão (4,12-16), o chamado e a missão dos quatro primeiros discípulos (4,18-25) e o “discurso da Montanha” (5-7).

A terceira parte, capítulos 8-10, relata várias curas intercaladas com outras narrativas e discursos como: as exigências da vocação apostólica (8,18-22), a vocação de Mateus, a discussão sobre os motivos que levam Jesus a participar das refeições com os pecadores e a polêmica sobre o jejum (9,9-17) e a compaixão por ver uma multidão“ cansada e abatida como ovelhas sem pastor” (9,35-38). Conclui-se com o chamado “discurso missionário” (10).

Entre as controvérsias sobre quem é Jesus, o autor revela a relação entre Jesus e o Pai (11,25-30), a opção pelos pequenos e sobre a verdadeira família de Jesus (12,46-50). Esta quarta parte é concluída com um discurso em forma de parábolas, tendo como tema o Reino dos Céus (13).

A quinta parte (14-20) traz novamente relatos de milagres, as multiplicações dos pães e as controvérsias com os fariseus, saduceus e cobradores de impostos. Esta parte é marcada por uma relação mais estreita com os discípulos e é quando Jesus trata sobre o grande desafio que é viver em comunidade (18) e os perigos que impedem um verdadeiro seguimento de Jesus. Apresenta, ainda, os três anúncios da Paixão (16,21; 17,22-23; 20,17-19) e a profissão de fé de Pedro (16,13-20).


Com a entrada de Jesus em Jerusalém inicia-se a sexta parte, marcada por conflitos entre Jesus, os chefes dos sacerdotes, os anciãos e os movimentos religiosos da época. Há ainda dois discursos: um sobre o comportamento dos escribas e fariseus e o não acolhimento dos profetas enviados por Deus (23,37-38) e o outro sobre o fim dos tempos, chamado discurso escatológico, em forma de parábolas.


A última ceia, paixão, morte e alguns relatos sobre a ressurreição, estão presentes na sétima parte, finalizando com o envio dos discípulos e a certeza da sua presença constante, até os fins dos tempos (26-28).

Que o Senhor nos ajude a vivermos com intensidade este mês dedicado à sua Palavra.


Josiano Soares Pitombeira - Secretário paroquial