Hino da Padroeira

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Arquidiocese de Teresina realiza I Semana Bíblica

A Coordenação da Catequese realizará a Semana Bíblica Arquidiocesana, no período de 02 a 07 de setembro, de 19h às 22h, no auditório do Centro Pastoral Paulo VI.
O  tema será  “Conhecer, Acolher e Transmitir a Palavra de Deus” e o lema ‘‘Tua Palavra é Lâmpada para os meus pés... luz para o meu caminho (S/119)”, o encontro é voltado para padres, catequistas e pessoas em geral que se interessam em conhecer de forma mais profunda a palavra de Deus. “A Semana Bíblica vai proporcionar um encontro mais direto com a Sagrada Escritura. É uma formação para que as pessoas vivenciem e compreendam a palavra de Deus”, disse Edimilson Alves, Coordenador Arquidiocesano da Catequese.

A palestra de abertura será ministrada pelo Vigário Geral da Arquidiocese de Teresina, Pe. Tony Batista, que falará sobre a importância da Semana, e os demais dias serão conduzidos pelas Ir. Márcia e Aila, da cidade de Fortaleza (CE). Após o dia 07 de setembro, será realizada a Semana Bíblica nas paróquias da Arquidiocese de Teresina. 



Fonte: http://www.arquidiocesedeteresina.org.br

Mês da Bíblia 2014





Discípulos Missionários a partir do Evangelho de Mateus

Discípulos Missionários a partir do Evangelho de Mateus é o tema proposto para o Mês da Bíblia de 2014, partindo das prioridades do Projeto de Evangelização “O Brasil na missão continental” e os aspectos fundamentais do processo de discipulado: o encontro com Jesus Cristo, a conversão, o seguimento, a comunhão fraterna e a missão.

O lema é “Ide, fazei discípulos e ensinai” (cf. Mt 28,19-20). Ele foi indicado pela Comissão Bíblico Catequética, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), juntamente com as Instituições Bíblicas, entre elas o Serviço de Animação Bíblica.

QUEM É O AUTOR DO EVANGELHO SEGUNDO MATEUS?


O Evangelho foi atribuído a Mateus, pela primeira vez, por um escritor cristão de nome Pápias, no II século D.C. Pela tradição, Mateus era um publicano, foi um dos Doze Apóstolos (9,9; 10,3) e é identificado com o nome de Levi (Mc 2,14; Lc 5,27). Outros o consideram um escriba e o identificam com a frase presente em Mt 13,52. Porém, hoje sabemos que o Evangelho é fruto de um longo processo de redação e que foi atribuído a Mateus, por ser, certamente, uma pessoa importante para a comunidade.
Apesar disso, podemos recolher algumas características do autor,  nas entrelinhas do evangelho. Provavelmente, tenha sido um judeo-cristão, pois conhecia os costumes, rituais e os métodos judaicos de interpretação dos textos; tem uma grande familiaridade com o Antigo Testamento (1,23; 2,6.15.18; 13,14-15) e utiliza expressões próprias da cultura judaica (18,20). Apesar de seguir várias passagens do Evangelho segundo Marcos, o autor tem um estilo mais sóbrio eliminando detalhes secundários, frases difíceis, expressões repetidas e evita as referências às emoções ou que possam transparecer os limites de Jesus ou dos seus discípulos. Ele também ressalta o aspecto catequético dos milagres.

O evangelho dirige-se, possivelmente, a uma comunidade proveniente do judaísmo, visto que os costumes judaicos não são explicados (15,2; 23,5), nem traduz as expressões aramaicas (5,22) e os temas escolhidos estão em sintonia com este contexto judaico, como: o Reino dos Céus, justiça, perfeição, entre outros.

QUANDO? ONDE FOI ESCRITO? COM QUAL A FINALIDADE?   

O Evangelho segundo Mateus, provavelmente foi escrito entre os anos 80 a 90 D.C. Muitos estudiosos afirmam que o autor conhecia o Evangelho segundo Marcos e se serviu do mesmo para elaborar o seu texto. Quanto ao local no qual o evangelho foi escrito, existia uma primeira proposta de situá-lo na Palestina, baseada na hipótese de um original em hebraico ou aramaico do Evangelho, porém é uma hipótese que vem sendo fortemente questionada. A segunda hipótese, praticamente aceita, é de situá-lo na Síria, em Antioquia.  

O evangelho tem primeiramente a finalidade de demonstrar que Jesus é o Messias prometido pelos profetas e pelas promessas presentes no Antigo Testamento. Uma segundo objetivo é de fortalecer a fé cristã das comunidades, nesse momento marcado por conflitos, tensões e de crise para aquelas e aqueles cristãos, que ainda estavam estruturalmente ligados à comunidade judaica. 

ESTRUTURA DO EVANGELHO   


A primeira parte inicia com a genealogia de Jesus, o relato da sua infância, a pregação de João Batista, o Batismo e as Tentações (1,1-4,11). Na segunda parte, Jesus anuncia a finalidade da sua missão (4,12-16), o chamado e a missão dos quatro primeiros discípulos (4,18-25) e o “discurso da Montanha” (5-7).

A terceira parte, capítulos 8-10, relata várias curas intercaladas com outras narrativas e discursos como: as exigências da vocação apostólica (8,18-22), a vocação de Mateus, a discussão sobre os motivos que levam Jesus a participar das refeições com os pecadores e a polêmica sobre o jejum (9,9-17) e a compaixão por ver uma multidão“ cansada e abatida como ovelhas sem pastor” (9,35-38). Conclui-se com o chamado “discurso missionário” (10).

Entre as controvérsias sobre quem é Jesus, o autor revela a relação entre Jesus e o Pai (11,25-30), a opção pelos pequenos e sobre a verdadeira família de Jesus (12,46-50). Esta quarta parte é concluída com um discurso em forma de parábolas, tendo como tema o Reino dos Céus (13).

A quinta parte (14-20) traz novamente relatos de milagres, as multiplicações dos pães e as controvérsias com os fariseus, saduceus e cobradores de impostos. Esta parte é marcada por uma relação mais estreita com os discípulos e é quando Jesus trata sobre o grande desafio que é viver em comunidade (18) e os perigos que impedem um verdadeiro seguimento de Jesus. Apresenta, ainda, os três anúncios da Paixão (16,21; 17,22-23; 20,17-19) e a profissão de fé de Pedro (16,13-20).


Com a entrada de Jesus em Jerusalém inicia-se a sexta parte, marcada por conflitos entre Jesus, os chefes dos sacerdotes, os anciãos e os movimentos religiosos da época. Há ainda dois discursos: um sobre o comportamento dos escribas e fariseus e o não acolhimento dos profetas enviados por Deus (23,37-38) e o outro sobre o fim dos tempos, chamado discurso escatológico, em forma de parábolas.


A última ceia, paixão, morte e alguns relatos sobre a ressurreição, estão presentes na sétima parte, finalizando com o envio dos discípulos e a certeza da sua presença constante, até os fins dos tempos (26-28).

Que o Senhor nos ajude a vivermos com intensidade este mês dedicado à sua Palavra.


Josiano Soares Pitombeira - Secretário paroquial




sábado, 23 de agosto de 2014

CNBB promoverá debate com candidatos à presidência

O arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Raymundo Damasceno Assis, fará a abertura do debate com presidenciáveis, no dia 16 de setembro, no Santuário Nacional de Aparecida, a partir das 21h30. O evento será transmitido por oito emissoras de inspiração católica, 230 rádios e portais católicos, com a proposta de atingir o maior número de eleitores.
De acordo com dom Damasceno, o debate promovido pela CNBB quer proporcionar aos eleitores a oportunidade de conhecer melhor os candidatos que concorrem à presidência do Brasil, nas eleições do dia 5 de outubro.
“Desejamos que o nosso eleitor exerça seu direito de cidadania com liberdade, responsabilidade e consciência, pensando no bem do país, a partir do conhecimento das propostas que os candidatos irão apresentar. Desta forma, o debate oferecerá elementos para que o eleitor posso discernir em quem vai votar, não apenas pensando em seus benefícios pessoais, mas no bem comum”, explicou o presidente da CNBB.

O debate
Para esta segunda edição do debate foram convidados os candidatos Aécio Neves (PSDB), Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (Rede), Eduardo Jorge (PV), Eymael (PSDC), Luciana Genro (PSOL) e pastor Everaldo (PSC). No primeiro bloco, os convidados irão responder a uma única pergunta elaborada pela presidência da CNBB, em ordem já definida por sorteio na presença dos representantes dos partidos. Cada candidato terá dois minutos para resposta.
No segundo bloco os candidatos vão responder a perguntas propostas pelos bispos indicados pela CNBB, abordando temas como saúde, educação, habitação, reforma agrária, reforma política e lei do aborto. No terceiro bloco, os candidatos irão responder a perguntas de jornalistas das mídias católicas. O quarto bloco será de embate entre os postulantes à presidência. O último bloco será dedicado às considerações finais dos convidados.
O debate terá duração de duas horas, com platéia de até 8 mil pessoas, composta por 350 bispos convidados, além de padres e presença de autoridades. A mediação será realizada pelo jornalista e diretor geral da TV Aparecida, padre Josafá de Jesus Moraes. O programa chegará a mais de 70 milhões de eleitores em sinal aberto.
 
Fonte: cnbb.org.br/imprensa-1/noticias
Com informações do Portal A12. 



quinta-feira, 14 de agosto de 2014

SHOW VOCACIONAL


  
Paróquia N. Srª da Imaculada Conceição
 Comunidade Nova Jerusalém


“Vinde e vede!”



O mês de agosto na Igreja do Brasil é dedicado às vocações, momento forte de reflexão e oração a respeito do chamado que Deus nos faz. “Vem e segue-me”! Não tenha medo de responder ao chamado do Senhor. Diga sim a Cristo! Diga sim a Igreja! Diga sim ao ser humano! Diga sim a vida.      
Deus é a essência da vocação, um chamamento contínuo e definitivo do Criador para seus filhos e filhas. Não apenas uma missão, mas um dom gratuito, que é obrigação prazerosa e necessidade vital para os homens e mulheres. Aqueles que a descobrem, exprimem estes sentimentos e dão testemunho em suas caminhadas de missionários (as) da boa notícia, revelando-a das diversas maneiras que a vocação permite.  
Com estas motivações, convidamos-lhes a participar de um Show vocacional no próximo dia 31/08 iniciando com a santa missa das 17h30 na Igreja Matriz N. Srª da Imaculada Conceição – Morada Nova. Haverá exposição de tendas vocacionais e apresentações de diversas bandas católicas locais. Sua presença é muito importante.

Participe!
      
     


domingo, 10 de agosto de 2014

Celebra-se, a partir de hoje, a Semana Nacional da Família

Começa neste domingo, dia 10, com a celebração do Dia dos Pais, a Semana Nacional da Família. O momento proposto pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF), organismo vinculado à Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), vai até sábado, dia 16 de agosto com o tema “A espiritualidade cristã na família: um casamento que dá certo”.
A temática quer ajudar as famílias a vivenciarem a espiritualidade. "São gestos de espiritualidade que podem fazer a grande diferença na convivência dos esposos, no crescimento dos filhos na fé, na renovação da alegria pelo amor que se renova no dia a dia pelo dom da graça de Deus", explica o bispo de Camaçari (BA) e presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família da CNBB, dom João Carlos Petrini. 
A CNPF preparou vários materiais para auxiliar na vivência da Semana Nacional da Família. Tem destaque o subsídio “Hora da Família”, que possui propostas de sete encontros de reflexão sobre a família e dez celebrações como Dia das Mães, dos Pais, dos Avós, Aniversário de Casamento, cidadania e eleições.
É possível adquirir o subsídio na Secretaria da sua Paróquia


Fonte> http://www.cnbb.org.br/comissoes-episcopais-1/vida-e-familia/
Com informações da Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF)


sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Ide e anunciai!


Dom Canísio Klaus
Bispo de Santa Cruz do Sul (RS)

Contrariando a concepção popular de que “agosto é o mês do desgosto”, a Igreja no Brasil propõe o mês de agosto como o mês das vocações. A sugestão é de que em cada final de semana se celebre uma vocação específica e de que ao longo do mês se façam orações e reflexões, acompanhadas de ações que criem um ambiente favorável para acolher o chamado que Deus faz a cada um dos seus filhos.
O coração do mês é a Semana Nacional da Família, celebrada nos dias 10 a 16 de agosto. Isso porque, na concepção das lideranças da Igreja Católica, a família é a base de todas as vocações. Na medida em que as famílias viverem a fé cristã, a voz de Deus será escutada e encontrará eco. São as famílias que levam os filhos até a pia batismal e propiciam espaço para o encontro com Deus, através da oração. É na família que a pessoa compreende a profundidade do amor a Deus e o significado do amor ao próximo. É aí que se aprende a servir e partilhar.
Junto com a vocação à vida de família está a vocação aos diversos ministérios leigos. Muitas das pessoas que abraçam a vocação matrimonial também são chamadas a exercerem serviços específicos na comunidade. Entre estes serviços destacamos a catequese, a liturgia e o serviço da caridade. Animados pela vocação fundamental de todos os cristãos que é o batismo, os leigos são sal da terra e luz do mundo em meio às organizações da sociedade e às realidades mundanas, vivendo e testemunhando aí a sua missão de batizados.
Como cristãos, professamos a convicção de que Deus, em seu infinito desígnio, não chama a todas as pessoas para a vida familiar. A algumas, ele reserva outra missão. Por vezes, esta missão é a de serem cristãos leigos que vivem como solteiros no mundo. Outras vezes, é a de serem pessoas consagradas que se unem em comunidades para testemunharem os valores do Reino de Deus a partir da vida religiosa. Outras vezes ainda, é a de serem sacerdotes para consagrarem suas vidas a Deus e aos irmãos através do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. E é justamente com a vocação sacerdotal que se iniciam as celebrações do mês de agosto.
Para subsistir, a Igreja necessita dos sacerdotes que fazem o papel de Jesus Cristo Bom Pastor, indicando o caminho a ser seguido e animando os fiéis através da celebração dos sacramentos da Eucaristia e da Reconciliação. Conforme expressão consagrada por Dom Cláudio Hummes, “a Igreja caminha com os pés dos sacerdotes”. Porém, é no trabalho conjunto de todos que a Igreja ganha forma e se firma como a continuadora da obra evangelizadora de Jesus Cristo. Por isso, enquanto cumprimentamos os padres pelo sim que deram ao chamado do Mestre, peçamos a Deus a graça de termos muitas pessoas que aceitam o convite para servi-lo “como apóstolos leigos, como sacerdotes, como religiosos e religiosas, para o bem do Povo de Deus e de toda a humanidade. Amém”.



Fonte> http://www.cnbb.org.br

Agosto, mês dedicado às vocações

Para dom Pedro Brito, comunidades devem ser impulsionadas por novas vocações.

Há 30 anos a Igreja no Brasil comemora, em agosto, o Mês Vocacional. A proposta é intensificar com orações, atividades e gestos a realidade vocacional, construindo, assim, uma sólida cultura vocacional. Este ano, o Mês Vocacional tem como tema “Vocações para uma grande missão” e lema “Ide e anunciai” (Mt 11, 4b)
O arcebispo de Palmas (TO) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, dom Pedro Brito Guimarães, descreve a situação vocacional no país. O bispo explica que há uma diminuição das vocações aos ministérios ordenados e à vida consagrada. “Ainda não estamos à beira do limite tolerável, como em outras partes do mundo, mas já ressentimos esta crise e não podemos ignorá-la”, afirma.
Hoje, no Brasil, há 5.568 seminaristas maiores, de Filosofia e de Teologia, enquanto existem 5.570 municípios e 10.720 paróquias. Estatisticamente, a proporção é de um seminarista por município e metade de um seminarista por paróquia.
Segundo dom Pedro, esse cenário retrata a importância que o discurso vocacional deve ter na Igreja e torna necessário que as comunidades sejam impulsionadas por novas vocações. O bispo acrescenta que as famílias devem incentivar seus filhos e filhas na caminhada vocacional e que a igreja precisa articular as equipes vocacionais paroquiais frente a um entusiasmado Serviço de Animação Vocacional e uma Pastoral Vocacional atenta.
O arcebispo lembra que é Jesus Cristo que está no centro de interesse de todo e qualquer anúncio vocacional. Ele cita que Jesus foi o primeiro a rezar pelas vocações e assumiu como causa a questão vocacional, ao ensinar, segundo dom Pedro, a mais eficaz das orações vocacionais: “a colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos! Pedi, pois, ao Senhor da colheita que envie operários para a sua colheita”.


Fonte: http://www.cnbb.org.br/imprensa